Dr. Rogério Silva, médico cardiologista e cardionutrologista
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Jundiaí, SP

Médico que trata gordura no fígado em Jundiaí, SP

O atendimento acontece por vídeo, de qualquer bairro de Jundiaí, e também presencialmente no consultório em São Paulo. Se a gordura no fígado apareceu num ultrassom e ninguém explicou o que aquilo significa, a consulta começa exatamente aí: entender o que está sustentando o acúmulo, porque tratar a causa errada é o que faz ele voltar.

Responsável técnico: Dr. José Rogério da Silva, CRM-SP 172.346 · RQE 78622.

O que é gordura no fígado, e por que ela quase nunca dá sintoma

Gordura no fígado é o nome popular da esteatose hepática: gordura acumulada dentro das células do fígado, acima do que o órgão comporta. Na maioria das vezes ela não dói, não incha e não avisa. O achado aparece por acaso, num ultrassom pedido por outro motivo, e a pessoa sai do exame com uma linha no laudo e nenhuma explicação.

O ponto que costuma surpreender é que o vilão principal não é a gordura do prato. É o excesso de açúcar e de carboidrato refinado, junto com a resistência à insulina que caminha com ele. Bebida açucarada é o exemplo mais direto, suco de caixinha incluído. O álcool é uma causa separada, com mecanismo próprio, e as duas podem estar somadas na mesma pessoa.

Isso importa porque o fígado gorduroso raramente vem sozinho. Ele costuma andar junto de circunferência abdominal aumentada, triglicerídeos altos, pressão subindo e glicemia se alterando, que é o conjunto que interessa a um cardiologista. Tratar o fígado, aqui, é tratar risco cardiovascular com outro nome.

Infográfico sobre gordura no fígado: ilustração do órgão com gotículas de gordura, o que entra pelo sangue e o que sai filtrado, e quatro blocos com o que é, por que acontece, por que importa e como começar a cuidar.
Gordura no fígado, em resumo.

O que, em Jundiaí, costuma alimentar o fígado sem ninguém reparar

Esteatose não se instala por um alimento isolado, e sim por um padrão que se repete. O padrão de cada lugar tem um endereço, e vale nomear o daqui.

O açúcar que mais pesa no fígado quase nunca é o do doce, é o que se bebe sem contar. O café adoçado da padaria, que aqui é parada quase diária, e o refrigerante do almoço fora formam a entrada de açúcar mais constante. O suco de uva integral tem presença cultural forte na região e é vendido como saudável, mas concentra açúcar de fruta sem a fibra, e entra em volume por isso mesmo.

O álcool entra por uma porta própria, com mecanismo separado do açúcar, e as duas somam. O vinho no jantar é hábito consolidado pela herança italiana e pela produção da própria região, e a festa da uva e as vinícolas do entorno organizam parte do calendário social. Consumo frequente em dose pequena é o formato que mais escapa da conta, porque nenhuma ocasião isolada parece relevante.

Nada disso precisa sair da mesa por decreto. Precisa entrar na conta, com frequência declarada. A herança italiana está na mesa e é o ponto que mais aparece na consulta: massa no domingo, pão bom em toda esquina e a festa da uva no calendário. Nada disso precisa acabar. O que decide o resultado é a frequência com que o domingo se repete no meio da semana, porque massa uma vez e massa quatro vezes são planos alimentares diferentes.

Noite curta piora a fome do dia seguinte e a forma como o fígado lida com o açúcar, e o horário de dormir é da cidade tanto quanto o cardápio. O trajeto pendular corta as duas pontas da noite de quem trabalha em São Paulo ou Campinas, e o jantar acaba acontecendo tarde por consequência. O clima mais fresco à noite joga a favor da qualidade do sono, e é uma vantagem que a cidade tem sobre as vizinhas do mesmo eixo.

Ilustração da Serra do Japi com a mata atlântica em Jundiaí, SP, na página sobre médico para emagrecer em Jundiaí.
Jundiaí

Como é o acompanhamento para quem está em Jundiaí

Perguntas de quem procura tratamento em Jundiaí

Dá para tratar gordura no fígado em Jundiaí sem ir a São Paulo?

Sim. O acompanhamento é por telemedicina e alcança Jundiaí e o restante da região Sudeste, com a mesma equipe e os mesmos retornos de quem vai ao consultório. Os exames você coleta em laboratório em Jundiaí e envia antes da consulta. A ida a São Paulo é opcional, e a maior parte dos casos não precisa dela.

Gordura no fígado tem cura?

A esteatose é reversível em boa parte dos casos, sobretudo nos graus iniciais e quando ainda não há fibrose. O que reverte é a causa: perda de peso sustentada, redução de açúcar e de bebida açucarada, estímulo de força e controle do que estiver alterado no metabolismo. Cada caso exige avaliação individual, e a resposta depende do grau e do que mais existe junto.

Preciso de hepatologista ou de cardiologista?

Depende do que o quadro mostra. Quando a esteatose vem acompanhada de gordura abdominal, resistência à insulina, triglicerídeos e pressão alterados, ela é a face hepática de um problema metabólico, e é esse conjunto que decide o risco de coração. Havendo sinal de doença hepática avançada, o encaminhamento ao hepatologista faz parte da conduta.

Consulta por vídeo vale o mesmo que uma consulta presencial?

Do ponto de vista médico e legal, sim. A telemedicina é regulada pela Lei 14.510/2022 e pela Resolução CFM 2.314/2022, que a equiparam ao atendimento presencial para consulta, diagnóstico e prescrição.

Aceita convênio?

Não. O atendimento é exclusivamente particular. Você recebe o recibo e pode apresentá-lo ao seu plano para pedir reembolso, o que depende do contrato de cada operadora.

O que mais costuma andar junto, em Jundiaí

Para a explicação completa do quadro, sem recorte por cidade, veja a página sobre gordura no fígado.

Fontes