Diagnóstico antes da conduta
A avaliação começa por exames e por risco cardiovascular, e não pela balança. O número do peso é um resumo ruim de um problema que tem várias faces.

Cardiologista das Emoções
Cardiologista e cardionutrologista, para a causa do ganho de peso, da inflamação crônica e do risco cardíaco. Não da balança!
Sou Dr. José Rogério da Silva, médico cardiologista com atuação em cardionutrologia, com uma equipe que acompanha a mesma pessoa: medicina, nutrição, psicologia e enfermagem.
CRM-SP 172.346 · RQE 78622
Atendendo em todo o Brasil e consultório em São Paulo. Atendimento particular.
Diferenciais
A avaliação começa por exames e por risco cardiovascular, e não pela balança. O número do peso é um resumo ruim de um problema que tem várias faces.
Quando há indicação, ela entra com acompanhamento, ajuste de dose e cuidado com a massa muscular. Receita solta é o que faz o peso voltar depois.
Medicina, nutrição, psicologia e enfermagem acompanhando a mesma pessoa, com coordenação clínica do médico. Não é cada um atendendo isolado.
Serviços
Se você ainda não sabe por onde começar, comece por aqui. A avaliação diz o resto.
Não trabalho com planos de saúde. Isso significa consulta com o tempo que o caso pedir, sem limite de retorno imposto por operadora, e um acompanhamento que continua entre as consultas.
Os valores e as formas de pagamento são informados no contato, antes de qualquer agendamento.
Para você
O programa para quem já tentou sozinho mais de uma vez e sempre voltou ao ponto de partida.
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Ler mais...Quando o cansaço tem causa, e não é falta de vontade.
Ler mais...Prevenção de verdade, que é a que acontece antes do diagnóstico.
Ler mais...A parte que nenhum exame mostra, e que decide o resto.
Ler mais...O que os exames não mostram
Cansaço que não passa. Peso que não sai mesmo fazendo tudo certo. Pressão que não cede. E, no fim da consulta, a frase de sempre: está tudo normal.
Está normal no papel. O que costuma faltar é olhar para a parte que exame nenhum mede: a história, o sono, o estresse contínuo, a relação com a comida. Tratar coração e peso sem tratar isso é tratar metade, e é a metade que faz recomeçar do zero todo ano.
É daí que vem o apelido, e é daí que vem o método.
Sobre saúde emocional e coração
Quem atende você
Comecei na ponta: agente comunitário de saúde, depois técnico de enfermagem, depois clínico geral, e então cardiologista. Passei anos vendo a doença chegar antes de aprender a tratá-la, e isso muda o jeito de escutar quem senta na frente.
Fiz residência em clínica médica e cardiologia, pós-graduação em neurociência e psicologia, e formação em cardionutrologia. Sou autor de três livros e coautor de uma revisão sistemática sobre a relação entre depressão, ansiedade e doenças cardiovasculares.
Dr. José Rogério da Silva · CRM-SP 172.346 · RQE 78622
Conhecer a história completaRogério Silva nasceu em Solonópole, no sertão do Ceará, filho de trabalhadores rurais que não tiveram acesso à escola. Perdeu duas irmãs gêmeas ainda bebês, por desidratação e falta de atendimento médico. Cresceu carregando latas d'água, estudando à luz de lamparina e trabalhando na roça. Quando a família migrou para Rondônia, colheu café sob 35 graus. Aos 18, passou no concurso de agente comunitário de saúde. Na faculdade de medicina, pagou os próprios estudos trabalhando até 120 horas por semana. Virou cardiologista, com consultório cheio e reconhecimento. Aos 38 anos, depois de um plantão, sentiu dor no peito e palpitações. Os exames vieram normais, como sempre vinham desde a adolescência. Foi ali que começou a investigar o que nenhum aparelho media: a própria história. O que encontrou mudou sua medicina.
Posicionamento
Não publicamos depoimento de paciente sobre resultado de tratamento: a Resolução CFM 2.336/2023 proíbe, e a proibição existe para proteger quem procura.
Não é força de vontade que falta. São três coisas que continuam acontecendo depois que a dieta acaba.
Emagrecer sem tratar o que causou o ganho é pedir ao corpo que abra mão de uma reserva que ele levou anos construindo. Ele responde poupando energia e aumentando a fome. Isso é fisiologia, não caráter.
Sono ruim, estresse contínuo, inflamação e hormônios fora de compasso seguem trabalhando contra depois que o cardápio termina. Enquanto essas causas estão de pé, o peso tem para onde voltar.
Quando a perda vem rápida e sem acompanhamento, parte dela é massa muscular. O corpo fica mais leve e menos capaz de gastar energia, e a tentativa seguinte começa de um ponto pior que a anterior.
É por isso que o ponto de partida aqui é diagnóstico, e não cardápio.
Esse ciclo não se quebra com mais esforço. Ele se quebra com diagnóstico, acompanhamento e alguém junto quando a vida acontecer de novo.
Os medicamentos para obesidade agem sobre sinais de fome e saciedade, e mudam de verdade a relação com a comida. O que eles não fazem é tratar o que colocou a pessoa ali. Um cardiologista explica a diferença, e por que ela decide o que acontece depois.
Ler o artigoEmagrecer rápido funciona no curto prazo e falha no médio, e o motivo não é falta de disciplina. É uma resposta biológica previsível, com nome e mecanismo. Entender essa resposta muda a estratégia inteira.
Ler o artigoQuase toda dieta funciona nas primeiras semanas, e quase toda dieta para de funcionar depois. O motivo é o mesmo para todas elas, e não está no cardápio. Está no que acontece em volta.
Ler o artigoA avaliação existe para descobrir o que faz sentido no seu caso. E ela pode concluir que não há indicação de medicamento, o que também é uma resposta.
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As canetas imitam hormônios que o intestino produz depois de uma refeição. Elas retardam o esvaziamento do estômago e agem em áreas do cérebro ligadas ao apetite, de modo que a saciedade chega mais cedo e dura mais. É isso que fazem, e fazem bem. Não constroem massa muscular, não corrigem sono ruim e não tratam a fome que vem da ansiedade. Por isso o resultado depende do que é feito em volta delas.
As bulas trazem faixas de índice de massa corporal e condições associadas, como pré-diabetes, hipertensão ou apneia do sono, e trazem também contraindicações claras: histórico pessoal ou familiar de certos tumores de tireoide, pancreatite prévia, gravidez e amamentação, entre outras. Quem decide não é o critério do rótulo isolado, é a avaliação de cada caso, com exames e histórico na mesa.
Não. É medicamento de venda sob prescrição, com retenção de receita na farmácia. O que existe fora disso é mercado paralelo, e ali não há garantia de dose, de pureza, de conservação em temperatura correta nem de origem. A Anvisa já apreendeu lotes falsificados no país. O risco não é apenas não funcionar, é aplicar em si mesmo um conteúdo desconhecido, sem ninguém acompanhando o que acontece depois.
É um apelido popular para substitutos improvisados, de fórmulas manipuladas a combinações caseiras vendidas como equivalentes mais baratos. O Conselho Federal de Medicina já emitiu alerta sobre injetáveis clandestinos para emagrecer. A expressão descreve um risco, não um produto: sem registro, não há lote rastreável, nem controle de esterilidade, nem bula que diga o que fazer quando algo dá errado.
Não existe uma resposta que valha para todo mundo, porque a tolerância varia muito entre pessoas. Náusea, empachamento e alteração do intestino são os relatos mais comuns, concentram-se no início e a cada aumento de dose, e costumam ceder. O que mais reduz efeito colateral não é a escolha da molécula, é a velocidade com que a dose sobe. Quando incomoda, a conduta é ajustar com o médico, não trocar por conta própria.
Não é assim que a dose funciona. Ela não é calculada a partir de uma meta de peso: começa baixa, sobe em intervalos definidos e para onde a resposta e a tolerância daquela pessoa indicarem. Contar canetas para chegar a um número é a lógica que produz dose alta cedo demais, efeito colateral, abandono e peso de volta. A pergunta que orienta o tratamento é como o corpo está respondendo, não quantas faltam.
Quando o medicamento sai, o apetite volta ao que era, porque o mecanismo que o segurava deixou de agir. Se durante o uso a pessoa perdeu massa muscular junto com gordura, o gasto de energia em repouso caiu, e aí o peso volta com mais facilidade do que saiu. O rebote não é castigo nem falha de caráter. É fisiologia, e é previsível o bastante para ser trabalhado desde o começo, não só no fim.
Depende de como se para. Interrupção súbita, sem nada construído no lugar, costuma trazer o apetite de volta rápido. Saída planejada é outra história: redução gradual da dose, força e proteína em dia antes disso, sono e rotina alimentar já de pé, e acompanhamento nos meses seguintes. A saída faz parte do tratamento e se planeja no início dele, não quando a última caneta acaba.
Não há um prazo único. A obesidade é doença crônica, e parte dos casos exige tratamento prolongado, do mesmo modo que hipertensão e diabetes exigem. Outros casos usam o medicamento por uma fase e seguem com hábitos e acompanhamento. O que define não é o calendário, é a reavaliação periódica: exames, composição corporal, efeitos e o que a pessoa conseguiu sustentar até ali.
Varia bastante conforme a molécula, a dose e o laboratório, e mudou desde que genéricos e versões nacionais chegaram às farmácias. Preço de medicamento se consulta na farmácia, não com o médico, e aqui não se vende nem se indica marca. Vale dizer uma coisa, porém: custo é motivo frequente de abandono no meio do caminho, então entra na conversa desde o início. E o mais barato do mercado informal não é opção.
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